JEAN-JACQUES ROUSSEAU
sábado, 22 de novembro de 2014
FILOSOFIA DE ROUSSEAU
"Vosso filho nada deve obter porque pede, mas porque precisa, nem fazer nada por obediência, mas por necessidade"
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
LIVRO, FONTE INESGOTÁVEL DO CONHECIMENTO!
Minha esposa
me relatou que Amanda anda muito feliz nessas últimas semanas e não tem
reclamado com o fato de ter que esperar a hora de fechar a loja, todos os dias,
para ir para casa. A origem dessa felicidade incontida é a abertura de uma
livraria perto da loja, onde ela se esbalda entre as estantes cheias de livros
enquanto chega a hora de voltar para casa. Agora é Amanda que pede paciência à
minha esposa.
Um país se faz com homens e livros! (Monteiro Lobato)
O livro ensina, distrai, informa, diverte e, ... transforma! (Alexandre Garcia)
Oh! Bendito
o que semeia livros à mão cheia/ E manda o povo pensar!
O livro, caindo n’alma/ É germe – que faz a palma/ É chuva –
que faz o mar!
(Castro Alves)
sábado, 16 de agosto de 2014
BEM-VINDO AO BLOG
Bem-vindo, benvindo ou bem vindo ... Como escrever???
É comum encontrarmos placas e portais de entradas de cidades com a grafia errada desse adjetivo. O novo acordo ortográfico estabelecido entre países de língua portuguesa determina que para os advérbios MAL e BEM só se usa hífen caso a palavra seguinte comece com uma vogal ou com a letra "h". Desta forma, a palavra "bem-feito" (antiga grafia) passa a ser grafada "benfeito".
Há exceções a esta regra. Uma delas é justamente o adjetivo "bem-vindo" que mantém o hífen em sua grafia.
A grafia "Benvindo" - com "n" e sem hífen -, é usada para nomes próprios, daí ser sempre iniciada com "B" maiúsculo: Benvindo para homens e Benvinda para mulheres.
Não se grafa essa palavra de forma separada. ..."Bem vindo", no sentido de saudação, não existe!
Outras composições com o advérbio BEM também conservam o hífen: bem-mandado, bem-criado...
sábado, 12 de julho de 2014
NAVEGAR É PRECISO...
“O pessimista reclama do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas”. Provérbio chinês,
quinta-feira, 1 de maio de 2014
CHOVE CHUVA
Continua crítica a situação de água no município de Pilões. As chuvas que caem continuam não sendo suficientes para trazerem de volta nascentes e cacimbas. O Araçagi-Mirim, coitado, faz mais de três anos que não sabe o que é água. A pouca chuva que chega à região só é suficiente para não deixar o verde desaparecer por completo.
Apesar de tudo isso, o município não foi incluído no decreto de Estado de Emergência publicado recentemente pelo Governo do Estado. Uma pena...
Apesar de tudo isso, o município não foi incluído no decreto de Estado de Emergência publicado recentemente pelo Governo do Estado. Uma pena...
VINTE ANOS SEM AYRTON SENNA
Em 2009, nesse blog, escrevi isso:
Onde você estava na manhã do dia primeiro de maio de 1994? Com quem você estava? Fazia o que naquela fatídica manhã em que você, eu, o Brasil e o mundo perdemos Ayrton Senna da Silva?
Onde você estava na manhã do dia primeiro de maio de 1994? Com quem você estava? Fazia o que naquela fatídica manhã em que você, eu, o Brasil e o mundo perdemos Ayrton Senna da Silva?
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Acordei eufórico na manhã daquele dia. Estava no meu apartamento na Rua Capitão João Alves de Lira, em Campina Grande. Tinha como certo mais um show do nosso Senna em terras italianas. Eram uma constante as vitórias daquele brasileiro que nos trouxe tantas alegrias; tantos gritos de vitórias; tantas manhãs ensolaradas pela luz de seus triunfos, - as chuvas que caíam nos autódromos onde se realizavam as corridas avivavam ainda mais o sol para nós brasileiros, tamanho era o desempenho do Ayrton pilotando sob água.
Acordei eufórico na manhã daquele dia. Estava no meu apartamento na Rua Capitão João Alves de Lira, em Campina Grande. Tinha como certo mais um show do nosso Senna em terras italianas. Eram uma constante as vitórias daquele brasileiro que nos trouxe tantas alegrias; tantos gritos de vitórias; tantas manhãs ensolaradas pela luz de seus triunfos, - as chuvas que caíam nos autódromos onde se realizavam as corridas avivavam ainda mais o sol para nós brasileiros, tamanho era o desempenho do Ayrton pilotando sob água.
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No treino do dia anterior um piloto havia morrido, vitimado por um terrível acidente. Ayrton apareceu debruçado sobre o aerofólio de sua Williams-Renault, com um olhar distante, uma melancolia estampada no rosto e nos gestos como se prenunciasse o amanhã. E o amanhã veio fatídico, estupidamente fatídico para todos nós amantes dos heróis; admiradores das almas leves; entusiastas da leveza de espírito. Ayrton Senna da Silva - pilotando seu bólido à frente de todos, como era de costume - a mais de 300 quilômetros por hora não fez a Tamburello. Chocou-se contra o muro daquela curva de Ímola, e se foi aos 34 anos de vida.
No treino do dia anterior um piloto havia morrido, vitimado por um terrível acidente. Ayrton apareceu debruçado sobre o aerofólio de sua Williams-Renault, com um olhar distante, uma melancolia estampada no rosto e nos gestos como se prenunciasse o amanhã. E o amanhã veio fatídico, estupidamente fatídico para todos nós amantes dos heróis; admiradores das almas leves; entusiastas da leveza de espírito. Ayrton Senna da Silva - pilotando seu bólido à frente de todos, como era de costume - a mais de 300 quilômetros por hora não fez a Tamburello. Chocou-se contra o muro daquela curva de Ímola, e se foi aos 34 anos de vida.
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Após o acidente me dirigi ao apartamento de minha noiva Socorro e lá permaneci triste, chocado, desolado. O anúncio da morte de Senna ainda não havia sido feito oficialmente. O aperto no peito alertava-me para o pior. No início da tarde o reporte da TV Globo, Cabrine, anunciou: morreu Ayrton Senna da Silva, vítima de um acidente na Fórmula Um...
Após o acidente me dirigi ao apartamento de minha noiva Socorro e lá permaneci triste, chocado, desolado. O anúncio da morte de Senna ainda não havia sido feito oficialmente. O aperto no peito alertava-me para o pior. No início da tarde o reporte da TV Globo, Cabrine, anunciou: morreu Ayrton Senna da Silva, vítima de um acidente na Fórmula Um...
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Aquele anúncio tirou-me o chão. A garganta secou. As lágrimas
faltaram-me. Minhas manhãs de Domingo cessaram. Morreu aquele que provocou, em
todos os brasileiros, dois dos mais valorosos sentimentos que um ser humano
possa ter: gratidão e amor. Amei cada gesto, cada palavra, cada olhar que Ayrton nos fez. Tenho profunda gratidão por
tudo que Ele nos deu.
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Obrigado Ayrton! Você será sempre Ayrton Senna do Brasil, o mais extraordinário piloto da história do automobilismo mundial!
Obrigado Ayrton! Você será sempre Ayrton Senna do Brasil, o mais extraordinário piloto da história do automobilismo mundial!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
LER OU ESTUDAR, EIS A QUESTÃO.
Ler é mais importante do que estudar! Frase estampada na camiseta de um frequentador da praça de alimentação do shopping de Campina grande.
À primeira vista a frase choca. Observando com mais atenção tendemos a concordar com ela. Afinal, ler é, de forma autônoma, se banhar diretamente na fonte do conhecimento; é interagir com a opinião do autor; é se alimentar de informações novas de maneira prazerosa e livre.
Estudar? ... Ah, estudar é cumprir horário; é executar tarefas escolhidas por estranhos; é cumprir uma obrigação.
Cá entre nós, ler e estudar são igualmente importantes, mas ler é uma diversão.
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| IMAGEM: http://blog.checklist.com.br/mais-no-universo-da-leitura/ |
Estudar? ... Ah, estudar é cumprir horário; é executar tarefas escolhidas por estranhos; é cumprir uma obrigação.
Cá entre nós, ler e estudar são igualmente importantes, mas ler é uma diversão.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
SUBSÍDIO - COMO PRONUNCIAR?
A palavra subsídio e suas derivadas são muito usadas no Direito. Subsídio, subsidiário, subsidiariamente, etc., são uma constante no ordenamento jurídico pátrio. Vez por outra somos forçados a verdadeiros malabarismos labiais e a recorrer a sons guturais duvidosos como forma de disfarçar nossa insegurança ao pronunciar esses vocábulos.
Finalmente, qual a ortoépia de subsídio.
- Ups! ... Que troço é isso? Orto ... orto o quê!!!!?
Ortoépia é mais uma dessas palavras pouco usadas. Ela quer dizer apenas 'pronúncia correta'.
Ortoépia é mais uma dessas palavras pouco usadas. Ela quer dizer apenas 'pronúncia correta'.
Eu pessoalmente não tenho sido nada econômico quando sou confrontado com essa palavra - pronuncio primeiro com o som de 'S', e logo em seguida tasco-a com um sonoro 'Z'. Meu interlocutor não pode alegar que eu errei a pronúncia.
É evidente, caro leitor, que essa não é a melhor técnica. Convido você a refletir um pouco: quando pronuncias a palavra SUBSOLO você o faz com 'S' ou com 'Z'? - Estou certo de que a sua resposta foi 'com S', assim como seria se te perguntasse sobre a palavra SUBSÍNDICO, pois é assim que a regra geral de nossa rica língua portuguesa determina quando a letra 'S' vem precedida de uma consoante.
Eu falei regra geral, pois há exceções impostas pelo uso costumeiro e sistemático. Obséquio (pronunciado como obZéquio) e subsistência (muitos falam subZistência) são algumas dessas palavras que mesmo o 'S' estando depois de uma consoante pronunciasse com o som de 'Z'. Isso se deveu a um processo histórico. As pessoas simplesmente ao longo dos tempos se acostumaram a pronunciá-las assim, com som de 'Z', de tal forma que se tornou exceção à regra.
Subsídio caminha a passos largos para se consagrar como subZídio. Mas até lá, meu heroico leitor, prefira pronunciá-la com som de 'S'. É o correto!
sábado, 26 de outubro de 2013
A SECA
As chuvas de 2013, a despeito de terem se iniciado em maio,
foram muito boas para a agricultura de subsistência – as produções de milho e de
outras culturas foram acima da média –, só não foram suficientes para repor as
perdas do lençol freático.
O verde ainda resiste nas montanhas, encostas e vales. Só
não sabemos até quando. O entorno da Serra do Espinho ainda se mantém verde,
mas não tão viçoso como de há dois, três meses. Tudo indica que Pilões
enfrentará o período mais seco de sua história.
Conversei com algumas pessoas, todas demonstraram preocupações com a situação do Município. Antônio Duarte (Antônio
Bola) disse que a cacimba localizada em seu terreno, que ele usa para abastecer o “Balneário do Bolinha”, no outro lado do Rio Araçagi-Mirim, já secou. Elson,
da Chã dos Cordeiros, Meu Mestre, da Comunidade de Titara, e um agricultor da
Chã de Pau d’Arco também me fizeram relatos idênticos.
A Prefeita Adriana já conseguiu junto ao Governo do Estado
três caminhões pipas para atender a população durante os meses de novembro e
dezembro de 2013. Temos consciência de que é só um paliativo.
sábado, 5 de outubro de 2013
RAINHA LOUCA
O povo é sábio.
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Acostumada às benesses do Estado espoliado, ela quis continuar assaltando os nossos cofres, achando-se competente e insubstituível. Era o fastígio do desvairamento da Rainha Louca.
Ainda povoa nosso imaginário, aquela figura apática na relação social, com o olhar perdido - fitando o chão ou o vazio espaço em à sua volta -, mas ávida e ligada naquilo que pudesse usurpar de outrem. Alguns poucos governantes têm um projeto de governo; muitos, um projeto de poder; aquela figura asquerosa tinha um projeto de enriquecimento pessoal.
Desalojada do Trono pela vontade do napoleônico povo, a desmiolada foi ter em praias nordestinas, bem longe da corte e do tesouro lusitano.
Sorte nossa!
CONSTITUIÇÃO CORAGEM
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| Imagem: http://www.mundoeducacao.com/historiadobrasil/constituicao-1988.htm |
A Carta de 88, a despeito de muitos a desclassificarem durante a Constituinte, a ponto de tentarem impedi-la - O PT votou contra -, permitiu grandes avanços à sociedade brasileira. Não é uma peça perfeita, padece de muitos equívocos; é excessivamente abrangente e por isso mesmo, difusa. Mas no todo foi um bom trabalho.
Hoje ela faz 25 anos com elogios até mesmo dos que a queriam rasgar no nascedouro. Recebeu um País desacreditado, estagnado social e economicamente, sem rumo. E entrega uma Nação pungente e moderna, capaz de enfrentar com altivez os desafios do mundo globalizado.
O Grande Ulisses não viveu o bastante para usufruir dos frutos de sua grande paixão.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
ÁGUA DE BEBER
A temporada de chuvas este ano em Pilões foi bem diferente do padrão esperado para a região, de tal forma que vamos ter problemas com água para consumo humano no Município.
Primeiro, as chuvas começaram de fato na última semana de maio. Até aí não havia chovido praticamente nada, mesmo no mês de abril - que é o mais chuvoso do ano - não caiu nenhuma gota sequer. O Município teve que recorrer aos carros pipas. Três veículos de oito mil litros atenderam emergencialmente cidade e zona rural, de meados de março a meados de maio.
Segundo, as chuvas caíram de forma bem distribuída até o mês de agosto, um tipo de inverno muito bom para a agricultura, mas que não acumula água nos pequenos reservatórios nem repõe o nível do lençol freático que abastece riachos e cacimbas das populações rurais. No final de setembro já havia moradores da zona rural reclamando que suas cisternas estavam vazias.
| Abastecimento por carro pipa - Comunidade de Titara |
A Cagepa já anunciou que o racionamento em Pilões começa na próxima segunda-feira, com metade da cidade ficando sem água dia sim dia não.
domingo, 22 de setembro de 2013
O PRÍNCIPE FAZ 500 ANOS
É primavera de 1513 na Itália pontilhada de Repúblicas e Principados belicosos e antagônicos. Giovanni de Medici se torna o Papa Leão X. Nicolau Maquiavel é liberado a voltar a Florença renascentista onde dá continuidade à obra "Os Discursos" que iniciara no exílio rural a que foi submetido pelos Medici. Numa tentativa de recuperar seu prestígio na Corte dos Medici, ele para com o que está escrevendo e dá início a uma obra que conclui em três meses, e pela qual se tornaria conhecido através dos Séculos: O Príncipe - escrito para agradar a Lorenzo di Piero de Medici - tornou-se o clássico mais falado nos últimos 500 anos.
E pensar que Lorenzo II não só não deu tanta importância assim, como nem chegou a lê-lo. Maquiavel morreu sem vê sua obra-prima publicada.
O Príncipe inaugura a filosofia política moderna. Tornou-se um verdadeiro manual para governantes de todas as cores e credos. É ao mesmo tempo amado e odiado e, até os dias de hoje, estudiosos de todo o mundo se debruçam sobre ele, buscando entendê-lo.
- "Aja com ousadia no começo. O público tem atenção por pouco tempo, e isso vai fazê-los esquecer realizações do seu antecessor, e impressioná-los com o seu vigor."
- "Muitos acham que eu deveria ensinar as pessoas como ir aos céus, mas eu prefiro ensinar-lhes a caminhar para o inferno, só assim elas saberiam como desviar-se dele."
- "Os vínculos de amor é algo que os homens quebram quando é para sua vantagem o fazer. Mas o medo é reforçado por um pavor de punição que nunca os abandona."
- "O príncipe deve manter uma relação de equilíbrio entre o amor e o temor. O amor, sozinho, concede muita liberdade ao povo. Desta forma o príncipe seria comandado pelo povo, e assim, em uma situação em que aquilo que é oferecido em troca pelo amor deixa de ser necessário, o amor também deixa de existir. O homem ama de acordo com seu próprio arbítrio, mas temem segundo a vontade do príncipe..."
Maquiavel virou sinônimo de político inescrupuloso, amoral, cínico, corrupto. É uma enorme ingratidão para um homem que pôs luz sobre um tema tão importante para as relações humanas.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
VERDADE OU MITO?
Ontem eu tive uma ligeira conversa com o meu amigo José Alves (mais conhecido por Monge Deda). Ele disse algo sobre o período dos Senhores de Engenhos que, se verdadeiro, terei que mudar profundamente a maneira de olhar para aquele momento da história recente do nosso Município.
Deda detalhou-me um momento triste que disse ter lhe sido relatado por uma pessoa que participou pessoalmente da agressão, na qualidade de executor da ordem do patrão. É um evento gravíssimo, que, confesso, nunca havia escutado de ninguém. Nem mesmo pessoas quase centenárias com quem tenho o hábito de conversar fizeram-me relato tão contundente e animalesco sobre os Senhores de Engenho. Os fatos descritos por Deda dão conta de que um desses Senhores - que ele não quis dizer quem - mandou que atirassem um morador na fornalha. Segundo o Monge, quem lhe contou isso foi a própria pessoa que por ordem do patrão executou o horrendo assassinato.
A fornalha do engenho é o lugar onde se queima o bagaço da cana-de-açúcar para se cozinhar a garapa, transformando-a em melaço - matéria-prima do açúcar mascavo e da rapadura. É um ambiente que beira os mil graus centígrados - temperatura quase que suficiente para derreter o ferro. Jogar um homem dentro da fornalha é provocar-lhe uma morte com requintes medievais; é de uma estupidez sem limites.
Essa cena obtusa não fazia parte da história de Pilões a que eu tive acesso. E olha que eu não perco oportunidade de arrancar de pessoas vividas informações que me permitam ter uma imagem o mais fiel possível daqueles tempos. Na verdade, eu mesmo - filho de um pequeno Senhor de Engenho - vivi intensamente parte daquela época, e presenciei fatos reprováveis pela visão de hoje, mas nada que se compare ao que me foi descrito por Deda Alves.
Outro dia, eu fui apresentado a um artigo (ou parte de uma tese, não sei ao certo...) de mestrado de uma professora da UFPB que relatava fatos semelhantes ao que Deda me descreveu. Dizia o artigo, falando das questões sociais no ambiente dos engenhos de Pilões, que era comum os Senhores de Engenhos passarem de trator por cima dos trabalhadores. E descrevia outras agressões igualmente grotescas praticadas pelos patrões contra seus moradores. Na visão daquela professora, os engenhos de Pilões eram verdadeiros feudos da Alta Idade Média: o proprietário era a um só tempo juiz e carrasco, doutrinador e intérprete das normas vigentes em seus territórios.
A doutora passou longe da verdade. O texto dela dá a impressão de que existe uma deliberada orquestração para demonizar o período que, admito, não foi nada bom para o trabalhador, mas que não chega nem perto do inferno desenhado por aquela peça fantasiosa. O mais grave é imaginar que aquela professora pode ter recebido dinheiro público (bolsa) para escrever aquelas mentiras. Mentiras que facilmente se tornam verdades entre jovens que não tiveram a oportunidade de beber direto na fonte. O artigo mentiroso estava nas mãos de dois jovens, que ficaram de olhos arregalados quando eu disse que nada do que estava ali descrito tinha acontecido de fato. Pela reação dos dois, eles já acreditavam piamente na professora da UFPB.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
TETÉU: UM CONTADOR DE ESTÓRIAS
Morre Tetéu, uma figura quase mítica da história recente de Pilões. Um contador de estórias fantásticas - nas quais ele invariavelmente se colocava no centro de vários acontecimentos dramáticos quando não hilários -, e um pescador folclórico.
Tetéu foi acometido de uma doença que o vitimou poucos meses após ser diagnosticada. Ele morreu no hospital Lauriano, em João Pessoa, na noite da última terça-feira, 10 de setembro, deixando esposa e filhos.
O nosso herói rodou o país em busca de trabalho. Numa dessas idas e vindas ele foi parar no Estado do Goiás, um verdadeiro vazio demográfico que nos anos 60 e 70 do Século passado recebeu pessoas de todo o país, estimulados por uma política do governo de Brasília com o propósito de promover a ocupação do Norte e do Centro-Oeste do país.
Eu o conheci nos anos 70, justamente quando ele voltava de uma dessas viagens ao Goiás, cheio de causos engraçados. Eu e outros jovens paramos para ouvi-lo contar, na esquina da Praça João Pessoa com a Rua Cônego Teodomiro, o que tinha se passado nessa viagem. Com aquela voz gutural que lhe era peculiar, ele passou a narrar suas aventuras por aquelas bandas:
- Eu sai de Pilões montado na carroceria de um Chevrolet marinete com boleia de madeira. Foram vários dias por estradas de chão batido, dormindo em rede armada entre dois paus, que deixava minha espinha "dorsá" parecida com um pau de berimbau. Agente fazia as necessidades num saco de papel e jogava na beira da estrada. A poeira era tanta que dava pra fazer um tijolo com a que ficava acumulada nos cabelos do nariz. Quando a gente cuspia só saia poeira. A comida era farinha seca com banana e rapadura de Boa-Fé: eu levava quase um "garajá" dela, bem amarelinha.
Cruzamos a fronteira do Estado do Goiás e ainda viajamos por mais de um dia até a fazenda onde íamos trabalhar. Ela ficava lá no meio da floresta. A gente só via mata, macaco e 'passarim'. Chegamos na sede da fazenda no cair da tarde. Eu fiquei desconfiado com aquele lugar no meio do nada. Aquele negócio não tava me agradando nadica de nada, e fui dormir muito preocupado, por isso não consegui pregar o olho, só pensando.
No outro dia bem 'cedin' encostou um caminhão "veio" na porta do barracão, onde a gente passou a noite, para nos levar até o eito. No final da tarde o mesmo carro nos trouxe de volta. E foi essa pisada por mais de quinze dias. Aí eu fui saber do meu pagamento, que eles tinham prometido fazer toda semana e não cumpriram. Foi quando eu fiquei sabendo que não ia ter pagamento coisa nenhuma, e que eu devia me dar por satisfeito por ter casa, comida e transporte de graça. O sangue sumiu da minha cara, mas eu me aguentei pra não piorar as coisas. Sai dali já matinando uma fuga. Não disse pra ninguém, mas eu não ia ficar ali por muito tempo. Os caras tavam brincando com minha cara.
Um dia eu acordei bem cedinho, com tudo ainda escuro. Vesti duas calças e duas camisas, calcei uma bota, enchi uma sacola plástica com farinha e rapadura que havia sobrado da viagem, peguei um facão rabo-de-galo e me embrenhei na mata fachada. Andei vários dias por entre onças e cobras que mais pareciam um rolo de bananeira. Procurava aquelas árvores de raízes bem grossas, onde fazia uma cama de folha de mato protegida com varas e dormia com os olhos bem abertos, com medo das onças me comerem. Fui parar numa estrada. Escolhi uma direção e comecei a comer chão. Foi assim por vários dias, até chegar num pequeno povoado onde contei o ocorrido e pedi ajuda. Peguei carona num jeep até uma cidade maior, onde apanhei um pau-de-arara que me levou até Brasília. Na capital do país eu peguei um ônibus até Pernambuco.
Eu nem sei o que aconteceu com os outros que ficaram lá, na fazenda do Goiás. Só sei que eu escapei fedendo daquele inferno.
O nosso aventureiro terminou aquela epopeia com uma gargalhada de dentes cerrados - como costuma rir - e jogando os dois braços para o lado direito do corpo ao tempo em que dava uma passada para trás com a perna direita. O movimento saia numa sincronia tão perfeita que nem os melhores imitadores conseguiam repeti-lo.
Cruzamos a fronteira do Estado do Goiás e ainda viajamos por mais de um dia até a fazenda onde íamos trabalhar. Ela ficava lá no meio da floresta. A gente só via mata, macaco e 'passarim'. Chegamos na sede da fazenda no cair da tarde. Eu fiquei desconfiado com aquele lugar no meio do nada. Aquele negócio não tava me agradando nadica de nada, e fui dormir muito preocupado, por isso não consegui pregar o olho, só pensando.
No outro dia bem 'cedin' encostou um caminhão "veio" na porta do barracão, onde a gente passou a noite, para nos levar até o eito. No final da tarde o mesmo carro nos trouxe de volta. E foi essa pisada por mais de quinze dias. Aí eu fui saber do meu pagamento, que eles tinham prometido fazer toda semana e não cumpriram. Foi quando eu fiquei sabendo que não ia ter pagamento coisa nenhuma, e que eu devia me dar por satisfeito por ter casa, comida e transporte de graça. O sangue sumiu da minha cara, mas eu me aguentei pra não piorar as coisas. Sai dali já matinando uma fuga. Não disse pra ninguém, mas eu não ia ficar ali por muito tempo. Os caras tavam brincando com minha cara.
Um dia eu acordei bem cedinho, com tudo ainda escuro. Vesti duas calças e duas camisas, calcei uma bota, enchi uma sacola plástica com farinha e rapadura que havia sobrado da viagem, peguei um facão rabo-de-galo e me embrenhei na mata fachada. Andei vários dias por entre onças e cobras que mais pareciam um rolo de bananeira. Procurava aquelas árvores de raízes bem grossas, onde fazia uma cama de folha de mato protegida com varas e dormia com os olhos bem abertos, com medo das onças me comerem. Fui parar numa estrada. Escolhi uma direção e comecei a comer chão. Foi assim por vários dias, até chegar num pequeno povoado onde contei o ocorrido e pedi ajuda. Peguei carona num jeep até uma cidade maior, onde apanhei um pau-de-arara que me levou até Brasília. Na capital do país eu peguei um ônibus até Pernambuco.
Eu nem sei o que aconteceu com os outros que ficaram lá, na fazenda do Goiás. Só sei que eu escapei fedendo daquele inferno.
O nosso aventureiro terminou aquela epopeia com uma gargalhada de dentes cerrados - como costuma rir - e jogando os dois braços para o lado direito do corpo ao tempo em que dava uma passada para trás com a perna direita. O movimento saia numa sincronia tão perfeita que nem os melhores imitadores conseguiam repeti-lo.
Sua outra paixão era contar estórias de pescador. Ele próprio era um bom pescador. Numa dessas oportunidades ele me contou que certo dia estava pescando num açude da região e os peixes só faziam comer a isca e iam embora. Ele já estava ficando sem isca quando sentiu a vara de pesca vibrar. Agarrou o caniço com cuidado e... vaps! - " Eu dei uma mucica no infeliz que ele foi parar a quase cem metros de onde eu estava. A barriga do sem-vergonha estava cheia com minhas iscas. Era ele que me roubava as iscas desde que cheguei ao açude.
Estas e muitas outras estórias foram contadas de uma forma inteligente e singular por esse personagem que encantou gerações de piloneses. Pilonenses que como eu só guarda boas recordações dessa alma bondosa que nos deixou para sempre.
Repetindo as palavras do amigo: a vida deu-lhe uma mucica e o jogou lá no outro lado da existência cristã. Que Deus o tenha em sua Glória!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
FESTA DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE PILÕES
Nem mesmo havia esfriado o calor do 'Caminhos do Frio', Pilões já estava tomada pela expectativa da tradicional Festa de Emancipação Política. Em 2013 o Município faz 60 anos de independência político-administrativa; de 1897 a 1953, mesmo sendo um povoado mais desenvolvido que Serraria, a cidade de Pilões foi apenas um distrito daquele Município. Foi mais de meio século de dominação, o bastante para semear um forte bairrismo nos dois lados da fronteira.
O martírio terminou no dia 20 de agosto de 1953, com o empenho de muitos pilonenses capitaneados pelo seu filho mais ilustre - o Desembargador Braz Baracuhy. Mas isso é uma outra conversa. Vamos falar da festa.
Pois é, meus amigos. Os agouros dos urubus, que querem o mal para Pilões e para a Administração de Adriana Andrade, parece que descarregaram em mim. Eu amanheci a Segunda-Feira com uma forte virose e não pude ver nenhuma noite da Festa que, dizem os mais entendidos, foi um sucesso. O povo permaneceu no Pátio da Feira - local do evento -, mesmo sob a ameaça de chuva.
Mérito da Prefeita e de todos os seus auxiliares; exceto desse encrevinhador, que, por motivo de força maior, nada fez.
A Prefeita pegou o Município em crise: servidores com salários atrasados; precatórios vencidos; falta de recolhimento das obrigações previdenciárias; o Prefeitura com vários registros no CAUC. Até parece que depois das eleições só trabalharam para perpetrar o mal.
Deus é maior que tudo; e nossa Administração respeita o povo e a superioridade Daquele.
CAMINHOS DO FRIO 2013 - GERALDO AZEVEDO FEZ A DIFERENÇA
Foi um sucesso o 'Caminhos do Frio' 2013 em Pilões. Na noite de 17 de agosto, dia do show de Geraldo Azevedo, a Praça João Pessoa ficou lotada - disseram-me algumas pessoas, já que eu não compareci por estar com problema de saúde em casa. Os relatos dão conta de que faltou estacionamento nas ruas da cidade. Os mais de mil metros da via principal e todas as ruas laterais estavam tomados por automóveis com placas de vários lugares do Nordeste.
Como eu disse, não estava lá para afirmar, mas é certo que para preencher a praça onde aconteceu o evento são necessárias mais de seis mil pessoas.
Somos tentados a medir o sucesso de uma festa pelo público que a prestigia, mas naquela noite de sábado quem deu o tom do sucesso foi a qualidade da atração: Geraldo Azevedo fez um show impecável, bem ao gosto do público presente. A propósito, o astro da MPB é extremamente simples e esbanja simpatia. A pedido da Prefeita Adriana Andrade, antes de subir ao palco e depois do show ele ficou na casa de Antonieta, que foi agraciada com um autógrafo todo especial: Geraldo Azevedo rabiscou um autorretrato em uma folha de papel e o dedicou à dona da casa. E mais, não fez questão de atender todos os pedidos de autógrafo e fotos feitos pelos fãs, que praticamente fecharam a rua enfrente a casa.
Como eu disse, não estava lá para afirmar, mas é certo que para preencher a praça onde aconteceu o evento são necessárias mais de seis mil pessoas.
Somos tentados a medir o sucesso de uma festa pelo público que a prestigia, mas naquela noite de sábado quem deu o tom do sucesso foi a qualidade da atração: Geraldo Azevedo fez um show impecável, bem ao gosto do público presente. A propósito, o astro da MPB é extremamente simples e esbanja simpatia. A pedido da Prefeita Adriana Andrade, antes de subir ao palco e depois do show ele ficou na casa de Antonieta, que foi agraciada com um autógrafo todo especial: Geraldo Azevedo rabiscou um autorretrato em uma folha de papel e o dedicou à dona da casa. E mais, não fez questão de atender todos os pedidos de autógrafo e fotos feitos pelos fãs, que praticamente fecharam a rua enfrente a casa.
domingo, 4 de agosto de 2013
GERALDO AZEVEDO FAZ SHOW EM PILÕES
O "Caminhos do Frio" deste ano traz para Pilões o cantor Geraldo Azevedo - voz e violão. Será às 9:30h da noite do dia 17 de agosto, na "Villa Padre Mateus", espaço especialmente montado para o evento "ROTA CULTURAL - CAMINHOS DO FRIO, no centro da cidade.
Este ano, Pilões sediará o evento de 12 a 18 de agosto, e, além de Geraldo Azevedo, teremos muitas outras atrações culturais.
O Roteiro também leva o turista a conhecer trilhas, cachoeiras, antigos engenhos de aguardente e rapadura, e toda uma paisagem belíssima.
Pilões fica no Brejo da Paraíba, a duas horas de automóvel da capital do Estado, e a uma hora de Campina Grande. O Município é o centro geográfico do Brejo - são 20 quilômetros da cidade de Guarabira; 25 km, de Bananeira e apenas 19 km, de Areia.
Quem visita Pilões não pode deixar de conhecer:
- A cachoeira de Ouricuri - 6 km do centro (4,5 asfalto + 1 estrada de barro e 0,5 caminhada);
- O mirante da Pedro do Espinho - 8 km do centro (todo ele em estrada de barro);
- A Cooperativa de Flores - 18 km do centro (10 deles asfaltados);
- O conjunto arquitetônico da Praça João Pessoa, com a imponente Igreja Matriz, mandada construir pelo Padre Ibiapina, em 1886 - centro da cidade;
- Os velhos engenhos de rapadura e cachaça;
- A paisagem, com seus vales e montanhas exuberantes.
A cidade dispõe de uma única pousada, com apenas 7 apartamentos. Mas o turista que visitar Pilões poderá se hospedar em Areia ou Guarabira, que ficam a pouco mais de 20 minutos de automóvel.
Programação (aqui)
Este ano, Pilões sediará o evento de 12 a 18 de agosto, e, além de Geraldo Azevedo, teremos muitas outras atrações culturais.
O Roteiro também leva o turista a conhecer trilhas, cachoeiras, antigos engenhos de aguardente e rapadura, e toda uma paisagem belíssima.
Pilões fica no Brejo da Paraíba, a duas horas de automóvel da capital do Estado, e a uma hora de Campina Grande. O Município é o centro geográfico do Brejo - são 20 quilômetros da cidade de Guarabira; 25 km, de Bananeira e apenas 19 km, de Areia.
Quem visita Pilões não pode deixar de conhecer:
- A cachoeira de Ouricuri - 6 km do centro (4,5 asfalto + 1 estrada de barro e 0,5 caminhada);
- O mirante da Pedro do Espinho - 8 km do centro (todo ele em estrada de barro);
- A Cooperativa de Flores - 18 km do centro (10 deles asfaltados);
- O conjunto arquitetônico da Praça João Pessoa, com a imponente Igreja Matriz, mandada construir pelo Padre Ibiapina, em 1886 - centro da cidade;
- Os velhos engenhos de rapadura e cachaça;
- A paisagem, com seus vales e montanhas exuberantes.
A cidade dispõe de uma única pousada, com apenas 7 apartamentos. Mas o turista que visitar Pilões poderá se hospedar em Areia ou Guarabira, que ficam a pouco mais de 20 minutos de automóvel.
Programação (aqui)
sábado, 27 de julho de 2013
MARIZA E CARLOS DO CARMO
Os dois maiores intérpretes vivo do FADO.
vejam aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=Np-m73Y30_w
vejam aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=Np-m73Y30_w
domingo, 21 de julho de 2013
COMENTÁRIO DE UM LEITOR DO BLOG DO NOBLAT
Nome: Maroog
- 21/7/2013 - 20:26
Fascismo:
1. Culto à personalidade do líder supremo saído das massas trabalhadoras - Itália, Alemanha 1933, União Soviética 1917, Brasil com lula, China em 1949.
2. Movimentos amestrados que vão à rua defender o partido - Itália fascista, Alemanha, Brasil do PT, China Comunista em 1949.
3. Controle de conteúdo na imprensa: implementado na itália fascista, no China comunista, na URSS, no Brasil fascista do ditador Getúlio e tentativa frequente pelo PT, partido fascista brasileiro.
4. Controle ideológico da educação - Alemanha 1933, Itália fascista, URSS, China, Brasil do PT.
5. Controle do poder executivo, judiciário e legislativo - Em todos os países citados. Falta pouco para o PT controlar o judiciário.
Se isso não for fascismo... E as ruas estão ligadas contra isso.
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Comentário postado na "Frase do dia", em 21 de julho de 2013.
Fascismo:
1. Culto à personalidade do líder supremo saído das massas trabalhadoras - Itália, Alemanha 1933, União Soviética 1917, Brasil com lula, China em 1949.
2. Movimentos amestrados que vão à rua defender o partido - Itália fascista, Alemanha, Brasil do PT, China Comunista em 1949.
3. Controle de conteúdo na imprensa: implementado na itália fascista, no China comunista, na URSS, no Brasil fascista do ditador Getúlio e tentativa frequente pelo PT, partido fascista brasileiro.
4. Controle ideológico da educação - Alemanha 1933, Itália fascista, URSS, China, Brasil do PT.
5. Controle do poder executivo, judiciário e legislativo - Em todos os países citados. Falta pouco para o PT controlar o judiciário.
Se isso não for fascismo... E as ruas estão ligadas contra isso.
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Comentário postado na "Frase do dia", em 21 de julho de 2013.
| Frase do dia |
| "Ouvimos as ruas porque nós viemos das ruas. Nos formamos no cotidiano das grandes lutas do Brasil. A rua é o nosso chão, a nossa base." |
| Dilma - 21/7/2013 - 3:37 |
sábado, 15 de junho de 2013
Piada que circula nas ruas de Pilões
Um novo grupo está se formando. O Grupo MIG;
M - de Mentira cabeluda;
.I - de Irmãos metralhas; e,
G - de Gabiru do rabo fino.
É a criatividade popular acertando na mosca!
M - de Mentira cabeluda;
.I - de Irmãos metralhas; e,
G - de Gabiru do rabo fino.
É a criatividade popular acertando na mosca!
segunda-feira, 6 de maio de 2013
DRAGAGEM DA BARRAGEM DA CAGEPA II
Uma escavadeira hidráulica (popularmente chamada de PC) já chegou a Pilões para dragar a barragem que abastece a cidade.
Dragar não traz solução definitiva para o problema, mas traz uma leve sensação de conforto aos moradores.
Dragar não traz solução definitiva para o problema, mas traz uma leve sensação de conforto aos moradores.
domingo, 28 de abril de 2013
BARRAGEM DA CAGEPA: DRAGAR OU NÃO DRAGAR, EIS A DÚVIDA.
A pequena barragem da Cagepa de Pilões (de Nível) não atende mais às necessidades da zona urbana do Município. Temos urgência na construção de uma nova barragem, num manancial de maior vazão, ou na construção de uma adutora que traga a água do açude Saulo Maia, de Areia.
Parece que esta última solução é a que está em estudos pelos técnicos do Governo e da Cagepa. Inclusive, é com esse argumento, da adutora de Areia, que o pessoal da empresa de abastecimento de água da Paraíba tenta convencer a Prefeita de Pilões a abrir mão da dragagem do pequeno reservatório do engenho Riachão. Eles querem demonstrar que investir mais de 200 mil reais nessa dragagem é jogar dinheiro fora, pois o manancial, que não tem as características de acumulação, tem uma vazão muito baixa e quase nenhum espaço para acumulação. A obra, é certo, dobra o volume da barragem, mas não resolve o problema da vazão que é insuficiente para atender a demanda da população. "Mesmo com a duplicação do volume, numa estiagem como esta que estamos enfrentando no momento, com três ou quatro dias de bombeamento o reservatório estará vazio", disse-me a Gerente regional da área de Guarabira, na ultima terça-feira, quando de uma visita técnica à barragem.
Adriana estava na capital do país e eu a representava naquele encontro. Como a determinação da Prefeita é pela dragagem - inclusive ela disparou direto de Brasília vários telefonemas e mensagens de textos dirigidos ao Governador Ricardo Coutinho reafirmando sua escolha -, ficou agendada uma reunião para a próxima segunda-feira, na Sede da Cagepa, em João Pessoa, entre o Presidente da Cagepa, a Prefeita de Pilões, a Gerência da Companhia em Guarabira e outras autoridades e setores da sociedade civil de Pilões. A solução a ser adotada sairá dessa reunião, com certeza.
domingo, 21 de abril de 2013
DRAGAGEM DA BARRAGEM DA CAGEPA
Demorou mas chegou. Depois de tanto insistir, a população enfim terá a barragem da Cagepa dragada.
Foi o que garantiu na noite de ontem o Governador Ricardo à Prefeita Adriana. Durante o encontro do Orçamento Democrático, etapa de Guarabira, o Governador Ricardo Coutinho dirigiu-se diretamente à Prefeita de Pilões, e lhe assegurou o início da obra para os próximos dias. Segundo o Governador, uma Retro Escavadeira sobre esteira já foi contratada, faltando tão-somente o transporte para levá-la até à Cidade de Pilões.
O Governador aproveitou para agradecer à Prefeita pelo empenho no sentido de viabilizar o transporte da máquina até o local da obra.
Nesse sentido, eu passei o dia de hoje despachando telefonemas para várias pessoas na tentativa de conseguir uma prancha para transportar a "PC" até Pilões. Consegui uma carreta na cidade de Campina Grande, local onde está a máquina a ser transportada. O caminhoneiro me garantiu que fará o transporte até à próxima Segunda-Feira. Também sugeri ao contratante da obra que o material retirado do açude seja levado até à cerâmica de Dr. Pedro Bonifácio.
Foi o que garantiu na noite de ontem o Governador Ricardo à Prefeita Adriana. Durante o encontro do Orçamento Democrático, etapa de Guarabira, o Governador Ricardo Coutinho dirigiu-se diretamente à Prefeita de Pilões, e lhe assegurou o início da obra para os próximos dias. Segundo o Governador, uma Retro Escavadeira sobre esteira já foi contratada, faltando tão-somente o transporte para levá-la até à Cidade de Pilões.
O Governador aproveitou para agradecer à Prefeita pelo empenho no sentido de viabilizar o transporte da máquina até o local da obra.
Nesse sentido, eu passei o dia de hoje despachando telefonemas para várias pessoas na tentativa de conseguir uma prancha para transportar a "PC" até Pilões. Consegui uma carreta na cidade de Campina Grande, local onde está a máquina a ser transportada. O caminhoneiro me garantiu que fará o transporte até à próxima Segunda-Feira. Também sugeri ao contratante da obra que o material retirado do açude seja levado até à cerâmica de Dr. Pedro Bonifácio.
sábado, 20 de abril de 2013
CHUVA
Foi uma alegria só. A população ficou radiante com a chuva que caiu no dia de ontem em toda região. A chuva começou antes do meio-dia, e entrou pela noite. Choveu até a madrugada do dia de hoje.
Apesar da intensidade, não foi suficiente para juntar água, tãopouco fazer os rios e riachos voltarem a fluir.
Apesar da intensidade, não foi suficiente para juntar água, tãopouco fazer os rios e riachos voltarem a fluir.
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